PREFEITURA DE SÃO PAULO QUER ATRAIR GRANDES GRUPOS OPERADORES PARA SUBISTITUIR A TRANSWOLFF!
No momento, a Transwolff ainda está sob intervenção da prefeitura e da SPTrans, após a Sancetur, que operaria sob a marca SOU Transportes, informou à Prefeitura de São Paulo em 28 de janeiro de 2026 que não teria condições de assumir dos lotes D10 e D11 (Zona Sul) por falta de capacidade técnica.
Devido a esse impasse e à decretação de caducidade do contrato original, a Prefeitura de São Paulo transformou a Transwolff em uma espécie de "empresa pública" temporária, mantendo a operação sob intervenção direta da SPTrans.
A gestão municipal anunciou que está acelerando a publicação de um novo edital de concessão para selecionar operadores definitivos para as 133 linhas da região, em vez de buscar apenas mais um contrato emergencial de curto prazo.
Investigações apontam que a transição foi dificultada pela estrutura interna da Transwolff e por uma onda de ataques a ônibus iniciada em 2025, que a Polícia Civil investiga como retaliação de grupos ligados ao crime organizado contra a saída da empresa do sistema.
As 133 linhas (lotes D10 e D11) seguem sob gestão e supervisão direta da SPTrans. Na prática, a estrutura da Transwolff funciona como uma "unidade estatal temporária" para garantir que os 555 mil passageiros diários não fiquem sem transporte.
A prefeitura está finalizando a modelagem econômico-financeira do novo edital definitivo. A intenção é realizar uma concorrência robusta para atrair grandes grupos operadores que tenham fôlego financeiro para renovar a frota da região logo após a assinatura.
Apesar de tentativas judiciais da Transwolff de reverter a decisão, a prefeitura mantém o decreto de caducidade (rompimento definitivo por falha grave) como base para a nova licitação.
Diferente da UpBus, onde a Alfa Rodobus assumiu rapidamente, o tamanho da operação da Transwolff (Grajaú, Parelheiros e Marsilac) exige uma empresa com capacidade operacional muito maior, o que tem tornado a transição mais lenta.
Publicação da Consulta Pública: Antes do edital final, a SPTrans deve abrir um período para que empresas interessadas enviem sugestões sobre o modelo de negócio.
Manutenção da Frota Atual: Até que a licitação termine, os ônibus atuais (mesmo os mais antigos) continuarão circulando sob ordens da SPTrans para não interromper o serviço.


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